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03/04/2025 - Um crime de grande repercussão, registrado em Tupã, em 26 de fevereiro do ano passado, terá o autor levado a júri popular no próximo dia 19 de maio, uma segunda-feira, a partir das 9 horas da manhã, na sala do Tribunal do Júri da Comarca de Tupã.
No banco dos réus estará sentado o gerente comercial Marcelo Nistarda Antoniassi, hoje com 50 anos, réu confesso da morte da esposa, Milena Dantas Bereta Nistarda, na residência onde o casal morava, na Vila Abarca.
Ficou apurado que Milena foi morta a facadas na casa onde morava com o criminoso. Ela havia trancado o imóvel horas antes de registrar um boletim de ocorrência contra o marido por violência psicológica e doméstica, ao mesmo tempo que tinha pedido medida protetiva na manhã de segunda-feira, dia 26 de fevereiro, solicitação que não foi formalizada pela própria vítima.
Marcelo invadiu o imóvel após derrubar o portão com o carro e arrombar as portas. No local, ele desferiu diversos golpes de faca contra a vítima e, por fim, abriu o abdômen dela e extraiu as vísceras e o coração, o que causou comoção geral.
Marcelo foi localizado ainda na residência do casal, por volta das 13h30 min do mesmo dia. Os policiais militares foram acionados e compareceram ao local para averiguar a denúncia de violência doméstica. O suspeito permitiu a entrada deles na casa, mas houve certa resistência para algemá-lo e os policiais precisaram fazer uso de força moderada.
Ele foi preso no quintal da casa e os policiais encontraram o corpo de Milena no chão de um dos quartos.
Relacionamento
difícil
Ao registrar o boletim de ocorrência durante a manhã, Milena contou que ela e Marcelo eram casados há 29 anos e tinham dois filhos. Um jovem de 26 anos e uma mulher de 29 anos, sendo a jovem enteada de Marcelo.
A vítima contou também que os filhos tinham saído de casa há dois meses, um para morar em Blumenau e o outro em Marília e que desde então a violência do marido contra ela passou a ser intensa.
A mulher procurou a delegacia no dia do crime para denunciar o marido por violência psicológica e doméstica. Segundo a vítima, ela se sentia “vulnerável” e o marido a mantinha em “cárcere de forma sutil”, pois “ele sempre arrumava alguma desculpa para ela não sair de casa”.
Ainda no relato, Milena informou que, “por diversas vezes, foi obrigada a manter relação sexual com ele, mesmo contra a sua vontade”.
No dia do registro do BO, a vítima ainda revelou que descobriu que o marido rastreava o celular dela. Antes dessa denúncia, ela havia registrado um caso de violência sofrido há 10 anos, porém não houve representação posterior contra Marcelo e nem pedido de medida protetiva.
O crime foi registrado como violência psicológica, violência doméstica e feminicídio com as qualificadoras de motivo fútil, à traição ou emboscada, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.
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