Vandalismo: Depredações são maiores em espaços sem monitoramento

Geral


13/9/2021 - A Prefeitura de Tupã continua investindo na instalação de câmeras de monitoramento para aumentar a fiscalização e a segurança em áreas sujeitas a ocorrências de crimes. Em alguns pontos da cidade, já é possível observar a redução de delitos como pichações, furtos e depredações do patrimônio público.
Segundo informações da empresa responsável por esse monitoramento, o sistema em Tupã é composto por 604 câmeras de segurança, divididas em 49 pontos estratégicos, localizados nos principais cruzamentos, praças, creches e escolas. E hoje, quase tudo o que acontece na cidade está sendo filmado.
Mas ainda há pontos em Tupã que não contam com esses serviços. E a falta de fiscalização aumenta a reincidência desses crimes ainda registrados por moradores que já não sabem o que fazer para resolver esse problema.
Por mais que esses investimentos em segurança pública tenham reduzido em parte as depredações, elas ainda deixam suas marcas nas ruas, comprometendo os espaços públicos, onerando o município e afastando as pessoas de áreas de lazer.
A Praça da Bandeira, que é um dos espaços públicos mais visitados da cidade, sempre foi alvo de atos de vandalismo. A instalação de câmeras de segurança no local ajudou a reduzir as depredações, mas não evitou que elas voltassem a acontecer. Um monumento construído no local em homenagem ao aniversário do município já foi depredado duas vezes. Bancos e outros monumentos também não foram poupados por criminosos. As esculturas de um índio e de um leão foram depredadas e o artista plástico teve que gastar dinheiro do próprio bolso para recuperar essas obras de arte.

E essa prática acontece em outras praças da cidade, principalmente, naquelas em que não há fiscalização. Por diversas vezes, a Prefeitura de Tupã teve de readequar o Parque do Atleta, na região Leste, investindo recursos na recuperação do espaço depredado por vândalos. O último e mais perigoso ato de vandalismo ocorrido no local foi um incêndio criminoso, onde os vândalos atearam fogo no moinho construído no centro da praça. Os criminosos ainda não foram identificados. Para recuperar os estragos causados na praça, a prefeitura iniciou, recentemente, a reforma do espaço que custará R$ 211,9 mil.

Outro espaço público na região Leste que também não fica de fora do radar dos criminosos é a Praça “Manoel Thomé do Nascimento”, no Jardim Santa Adélia. Os pilares e vasos continuam pichados; os bancos, brinquedos, equipamentos de ginástica e lâmpadas estão quebrados e, sem a devida manutenção, a praça já começa a apresentar aspecto de abandono. Vale lembrar que a praça não possui câmeras de monitoramento, o que aumenta a reincidência de atos de vandalismo no local.

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