Pompéia: Hoje é feriado em Pompéia, que completa 92 anos

Geral


17/9/2020 - Comércio, bancos e repartições públicas estarão fechados hoje na cidade de Pompéia, por causa do aniversário do município. Embora a fundação tenha ocorrido no dia 12 de agosto de 1928, a data de 17 de setembro se consagrou na comemoração por conta da emancipação político-administrativa.
Historicamente, vale destacar que a região foi primordialmente habitada pelos índios coroados. Os primeiros desbravadores chegaram em 1852, quando o Governo Imperial concedeu posse primária das terras localizadas nas bacias dos rios Peixe e Feio a João Antonio de Moraes, Francisco de Paula Morais e Francisco Rodrigues de Campos. Em 1919, Júlio da Costa Barros, Pedro Verri, Ormindo Mota, Luís Dal Monte, Luiz Scalabrini, os irmãos Pagani e outros adquiriram dos irmãos Lélio e Marcelo Pizza parte da Fazenda Guataporanga para fins agrícolas.

No terreno que comprara, Júlio da Costa Barros iniciou as primeiras plantações de café cerca de três anos mais tarde. Em seguida, por determinação do proprietário da Fazenda Guataporanga, fundou a Vila de Novo Cravinhos, cujo nome foi dado em homenagem à cidade de Cravinhos (Mogiana), de onde vieram os primeiros compradores. O roteiro para a derrubada das matas foi a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.
Os desbravadores seguiam até a estação de Penápolis, de onde continuavam por picadas cerca de noventa quilômetros até o ponto onde se erguia Novo Cravinhos. As primeiras terras foram compradas a R$ 0,03 o alqueire. Com uma área de mil alqueires, a Fazenda Jacutinga foi a primeira a ser formada nas imediações. Seu proprietário, Rodolfo Lara Campos, adquiriu-a para o plantio de café, dando início ao desbravamento da mata onde, mais tarde, surgiria a cidade de Pompéia. Os dezoito quilômetros da estrada de rodagem que liga Vila Olinda a Pompéia foi aberta por ordem e conta do proprietário da Fazenda Jacutinga. Inicialmente as terras pertenciam a três grandes proprietários: Rodolfo Nogueira da Rocha Miranda (vertentes do Rio do Peixe) e irmãos Lélio e Marcelo Pizza (vertentes do Rio Feio).
Em 1928 os irmãos Rodolfo e Luiz Miranda planejaram a formação de uma cidade e ordenaram a derrubada de 250 hectares de matas no espigão Peixe-Feio, nas vertentes do Ribeirão Futuro. Depois de loteada a área recebeu a denominação de Patrimônio de Otomânia, iniciando-se a venda dos lotes. Alguns anos depois o Patrimônio recebeu a atual denominação em homenagem a Aretuza Pompéia da Rocha Miranda, esposa do senador Rodolfo Miranda.

 

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