Obras: Drenagem urbana já mostra funcionalidade

Geral


14/1/2021 - A chuva ocorrida na tarde de ontem acumulou cerca de 62 milímetros na região Oeste e cerca de 90 milímetros na região Leste, segundo levantamentos realizados por pluviômetros.
Tamanho volume de água, em curto período, pode ser considerado um teste para o sistema de drenagem urbana que segue agora em sua fase final de execução.
Mesmo com a forte chuva, não foram registradas inundações em tradicionais pontos, como  Vila Marajoara e Tupã Mirim, por exemplo. Moradores da Travessa Indiana, porém, destacaram que alagamentos voltaram a atingir a região.
Para o secretário Municipal de Obras e Trânsito, Valentim Bigeschi, a situação ocorreu dentro do esperado, na Vila Indústria, na baixada da Rua Caingangs e na Avenida Lélio Piza. “Na Rua Antônio Castilho transbordou um pouco. Ainda temos que concluir os serviços no local, com a instalação de um talude de grama que ajude a conter um pouco mais as chuvas”, afirmou.
Apesar dos poucos problemas apresentados na tarde de ontem com o sistema de drenagem urbana, o secretário disse que, em relação a outras precipitações com enchentes, a situação melhorou cerca de 90%, após a retomada do projeto. “Dentro desse nosso levantamento, tivemos um bom resultado”, afirmou.
Bigeschi destacou que a canalização na baixada da Rua Caingangs não transbordou como era costume de acontecer em períodos de grandes chuvas. “Nos locais onde não houve transbordamento, vimos que o serviço de limpeza com a desobstrução dos bueiros deu certo”, afirmou.
Vale lembrar que a reincidência de transbordamentos é ainda maior nos locais onde há acúmulo de lixo, o que inviabiliza o escoamento das águas da chuva.

O secretário destacou que na baixada da Rua Caingangs houve um acúmulo maior de água, por causa das anxurradas que desceram da Avenida Tamoios. “A chuva foi mais forte na Avenida Tamoios. Tivemos uma pancada de chuva muito forte em um período menor de tempo”, salientou.
O secretário destacou que as três etapas das obras de macrodrenagem têm custo de cerca de R$ 65 milhões.  “Essa é apenas a primeira etapa, onde foram executados cerca de R$ 24 milhões”, salientou.

Na tarde de ontem, uma filmagem realizada dentro do prédio do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) de Tupã mostrava o prédio com inúmeras goteiras, onde parte dos funcionários tiravam as águas das chuvas com ajuda de rodos e baldes. Parte da estrutura do forro desabou no local.

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