Coletor de lixo é atacado por cão na região Leste

Geral


20/11/2020 - Mesmo sem o reconhecimento de muitos, os coletores de lixo cumprem um papel fundamental para a saúde pública. Mesmo que esse trabalho às vezes não seja reconhecido por todos, os resultados estão presentes nas ruas que, em sua maioria, estão sempre limpas.
Mas, para executar esse serviço, os coletores se expõem a vários riscos. Na manhã de ontem, um servidor municipal foi atendido no Pronto-Socorro da Santa Casa de Tupã, após ter sido atacado por um cão de grande porte, que estava solto nas ruas do Parque Ibirapuera, na região Leste da cidade.
O coletor apresentou um corte profundo no dedo e logo foi encaminhado para os atendimentos médicos, onde tomou vacina contra raiva e recebeu pontos. Ele apresentava ainda ferimentos em uma das pernas.
O secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, José Rodrigues, o “Zé Vinagre”, responsável pelo setor de coleta de lixo, disse que a prefeitura já está tomando as medidas legais no caso do ataque ao coletor. “Foi elaborado um boletim de ocorrência para registrar esse fato. O pessoal que trabalha na coleta do lixo sempre tem reclamado desse cachorro, que é grande e vive solto na rua, mas ninguém sabe quem é o dono”, disse o secretário, ao explicar que o funcionário atacado pelo cão ficará afastado do trabalho até a sua recuperação. “Infelizmente, eles estão sujeitos a esses problemas todos os dias”, acrescentou.  
“Zé Vinagre” explicou que a secretaria fornece EPIs (equipamentos de proteção individual) para todos os funcionários da coleta de lixo. “E graças a Deus, esse funcionário estava de luva”, ressaltou. “A situação teria sido muito mais grave se ele não contasse com essa proteção”, acrescentou.
De acordo com o secretário, esses funcionários recebem luvas, capas de chuva e tênis adequados para realizar o serviço. “E agora, por causa da pandemia, todos fazem o uso de álcool em gel, e usam máscaras”, afirmou.

Acidentes
O secretário também alertou a população em relação aos outros riscos que correm os coletores, diaria-mente. “A população precisa estar ciente e não colocar garrafas de vidro sem proteção no lixo. Elas podem bater na calçada, na rua, ou até na lateral do caminhão, quebrar e cortar a mão do coletor. “Dias atrás, um coletor cortou a mão por causa disso. Mas muitas pessoas ainda não colaboram”, afirmou.

Descarte correto
do vidro
Se os cacos de vidro forem pequenos, você pode utilizar uma garrafa PET para embalá-los. Para isso, retire o rótulo da garrafa PET e descarte-o junto de outros plásticos recicláveis. Então, corte a garrafa ao meio, insira os cacos de vidro quebrado, utilize a parte superior da garrafa para tampar o recipiente e coloque-o dentro de uma sacola. Entretanto, nem sempre temos embalagem de garrafa pet em casa (por isso é bom deixar alguma de reserva). Nesse caso, é possível utilizar embalagens cartonadas como as de suco e de leite de caixinha; e embalagens de plástico resistente com tampa, como as de achocolatado em pó.
Para utilizar as embalagens cartonadas é preciso cortá-las ao meio e utilizar o mesmo método da garrafa pet. O problema é que as embalagens cartonadas não são transparentes, o que impossibilita que os garis e trabalhadores de cooperativas vejam o conteúdo interno do descarte. Então dê preferência às embalagens transparentes e resistentes na hora de descartar o vidro quebrado. Se o vidro quebrado for de grandes dimensões, será preciso embalá-lo com papelão e fita crepe. Escreva na embalagem que contém vidro e destine-o corretamente no local indicado do lixo reciclável para esse tipo de material.

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